terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Hominídeo "Ardi" foi a descoberta mais importante de 2009

Hominídeo "Ardi" foi a descoberta mais importante de 2009, diz revista da France Presse, em Washington 18/12/2009 - 13h30 Fonte : Folha de São Paulo




O fóssil lidera a lista dos dez maiores avanços científicos do ano, que também inclui a descoberta de água na Lua e o uso de folhas de átomos de carbono ultrafinas em aparelhos eletrônicos experimentais. "Ardi", um Ardipithecus ramidus, foi objeto de 15 anos de estudo minucioso por antropólogos. O esqueleto, encontrado na Etiópia, deu início a uma nova etapa na pesquisa da evolução do homem, segundo os cientistas.
Sendo 1,2 milhão de anos mais velho que "Lucy", até então o fóssil de hominídeo mais antigo já encontrado, Ardi está ajudando a derrubar mitos populares sobre a relação direta entre o ser humano e os símios modernos. A análise do crânio, dos dentes, da pélvis, das mãos, dos pés e de outros ossos de "Ardi" mostraram que os símios africanos evoluíram consideravelmente desde o momento em que compartilharam um ancestral comum com os humanos.
"[Ardi] muda a maneira de pensarmos sobre a evolução humana mais antiga", indicou Bruce Alberts, editor da "Science".

A ORIGEM DO HOMEM E A PRE-HISTORIA - COMO O "HOMEM" SE TRANSFORMOU EM HOMEM

Há 70 milhões de anos, começou a idade dos mamíferos. Pequenos animais foram, depois de milhares de anos, abandonando o chão e se adaptando às árvores. Da evolução desses seres, surgiram os primatas e depois os antropóides. Quando parte desses primitivos seres começou a fazer o lento caminho de volta para o chão, o "homem" dava seu primeiro sinal de formação.
A REVOLUÇÃO DE CHARLES DARWIN
Como o homem surgiu na Terra? Qual a origem do planeta em que habitamos? Essas são perguntas que sempre estiveram presentes na mente do homem em todas as épocas. Todos os povos criaram mitos procurando responder a essas indagações. Em 1650, um pensador religioso inglês, baseado nas crenças judaico-cristãs, chegou à
conclusão, sem nenhum critério científico, de que o homem havia sido criado no ano de 4004 a.C.
No século XIX, as descobertas arqueológicas destruíram explicações como essa. E foi nesse mesmo século, rico em pesquisas, que Charles Darwin publicou seu livro A origem das espécies. A partir de anotações feitas em uma viagem de navio pelo mundo (183 1-1836) e de estudos sobre tais anotações, Darwin formulou a teoria da mutação das espécies. Observou que. por meio da mutação, as espécies se adaptam ao meio natural, geram criaturas diferentes de si mesmas e dão origem a novas espécies. Concluiu, então, que algumas espécies se extinguiam dando lugar a outras: esse processo seria o da seleção natural. Mais tarde, Darwin estendeu essa teoria para o surgimento do homem, classificando-o como descendente dos antropóides. A comunidade científica e outros setores da sociedade opuseram-se a essa conclusão, pois não podiam admitir que o homem branco, superior". Descendesse de macacos. Na verdade, sabe-se hoje que o homem é parente do macaco e não seu descendente. As descobertas de Darwin foram muito importantes, mas não definitivas, pois as pesquisas continuam, até hoje lançando sempre novas luzes sobre as origens do homem.
OS NOSSOS ANCESTRAIS
A mais antiga espécie de hominídeo foi o Australopithecus, que surgiu no sul da África há cerca de 3 milhões de anos. Este nosso provável ancestral tinha algumas características semelhantes ao homem moderno e criou o primeiro instrumento. Quando um dos nossos ancestrais passou a andar sobre dois pés (bipedismo), isso o deixou com as mãos livres para fazer e usar objetos. O trabalho com as mãos foi sofisticando a sua capacidade de manipular, estimulando o crescimento do seu cérebro e a sua capacidade intelectual. O fato de o homem fabricar seus instrumentos dotou-o de cultura, diferenciando-o dos animais.
A PRÉ-HISTÓRIA E SUA DIVISÃO EM PERÍODOS Para a historiografia tradicional, há uma divisão entre Pré-História e História. A Pré-História inicia-se com o surgimento do homem, estendendo-se até o aparecimento da escrita, por volta de 4000 a.C., quando se iniciaria a História propriamente dita. Essa divisão é criticada pela moderna historiografia e pela antropologia. No entanto, ela é útil, pois facilita a localização dos períodos no tempo. A própria Pré-História é subdividida nos seguintes períodos:
- período da pedra lascada ou Paleolítico (paleo = antiga + lítico = pedra), que vai de 600.000 anos atrás até aproximadamente 10000 a.C. Nesse período, o homem primitivo utilizava-se de lascas de osso ou de pedra para matar animais ou desenterrar raízes; - período da pedra polida ou Neolítico, que se estende desde os fins do Paleolítico até 4000 a.C. aproximadamente. Nesse período, o homem já elaborava mais seus instrumentos, polindo as pedras e paus para transformá-los em armas e utensílios.
PALEOLÍTICO: ANTIGA IDADE DA PEDRA OU IDADE DA PEDRA LASCADA No período Paleolítico, o homem era principalmente caçador e coletor: caçava animais para se alimentar e produzir vestimentas com suas peles para se proteger das intempéries; coletava frutos e raízes para complementar sua alimentação. Nesse período, há cerca de 200.000 anos, vários grupos de seres humanos, ou seja, portadores de cultura, já ocupavam grande parte do Velho Mundo. Eram grupos do homem de Neandertal. considerado o primeiro Homo sapiens (homem com inteligência): tinha a abóbada craniana do mesmo tamanho da de um homem atual, posição do corpo ereta, braços levemente maiores que os do homem moderno, fronte pouco desenvolvida e uma saliência óssea entre a testa e as órbitas oculares. Já conhecia o fogo e demonstrava os primeiros sinais de uma linguagem articulada.
No período entre 40 e 18.000 anos atrás, o homem atingiu grande desenvolvimento cultural. Nessa época, o homem de Cro-Magnon, que difere do homem de Neandertal por ser mais alto e possuir a testa mais desenvolvida, já havia surgido e acumulado uma imensa experiência cultural. O homem de Cro-Magnon produzia seus instrumentos com o sílex, uma pedra duríssima cujas lâminas ele utilizava como facas. Ele já pertencia a nossa espécie, isto é, era um Humo sapiens sapiens.
NEOLÍTICO: NOVA IDADE DA PEDRA OU IDADE DA PEDRA POLIDA Entre o final do Paleolítico e o início do Neolítico, houve um período que grosseiramente poderíamos chamar de transição: o período Mesolítico.A passagem do Mesolítico para o Neolítico deu-se entre 15 e 10000 a.C. Nessa fase, a Terra começava a adquirir suas características atuais, com o fim da última era glacial. As regiões temperadas foram ficando mais quentes e as regiões mediterrâneas, mais secas. Surgiram florestas nas regiões temperadas da Europa, enquanto ao sul formaram-se áreas secas e desérticas. No norte da África, o processo de ressecamento foi mais intenso, mas permitiu a formação do vale do rio Nilo, que, com seu regime de cheias e vazantes, tornou-se local favorável à sobrevivência. Fenômeno semelhante ocorreu na Mesopotâmia (Tigre e Eufrates), Índia (Indo) e China (Amarelo). Estavam criadas as condições que geraram a grande revolução da Pré-História: a Revolução Agrícola ou Neolítica.O homem foi abandonando a vida de caçador e coletor e começou a cultivar cereais e a domesticar animais. As primeiras formas de agricultura se deram pelo cultivo de tubérculos, frutas e hortaliças. A domesticação de animais parece ser resultado do hábito de os caçadores trazerem filhotes de animais selvagens para seus filhos. O pastoreio talvez tenha surgido da domesticação de animais por lavradores, que deles se valiam para alimentação (leite e carne), vestuário (peles) e como força de tração (para puxar objetos pesados ou arar a terra). O desenvolvimento das forças produtivas no Neolítico libertou o homem da absoluta dependência da natureza. Com a expansão da agricultura, saiu em busca de terras férteis, disseminando a Revolução Neolítica (Agrícola).

Bibliografia: Pedro,Geraldo - "História da civilização ocidental" editora FTD.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Unicamp prefere alunos de escolas públicas !

Confira algumas publicações :


http://www.unicamp.br/unicamp/divulgacao/2006/06/10/alunos-de-escolas-publicas-tem-melhor-desempenho

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

DOZE PESSOAS VÊEM O SÊCULO XX - Eric Hobsbawn - Era dos Extremos

O SÉCULO: VISTA AÉREA
Olhar panorâmico

DOZE PESSOAS VÊEM O SÊCULO XX

Isaiah Berlin (filósofo, Grã-Bretanha): "Vivi a maior parte do século XX, devo acrescentar que não sofri provações pessoais. Lembro-o apenas como o século mais terrível da história".

Júlio Caro Baroja (antropólogo, Espanha): "Há uma contradição patente entre a experiência de nossa própria vida - infância, juventude e velhice passadas tranqüilamente e sem maiores aventuras - e os fatos do século XX... os terríveis acontecimentos por que passou a humanidade".

Primo Levi (escritor, Itália): "Nós, que sobrevivemos aos Campos, não somos verdadeiras testemunhas. Esta é uma idéia incômoda que passei aos poucos a aceitar, ao ler o que outros sobreviventes escreveram - inclusive eu mesmo, quando releio meus textos após alguns anos. Nós, sobreviventes, somos uma minoria não só minúscula, como também anômala. Somos aqueles que, por prevaricação, habilidade ou sorte, jamais tocaram o fundo. Os que tocaram, e que viram a face das Górgonas, não voltaram, ou voltaram sem palavras".

René Dumontl (agrônomo, ecologista, França): "Vejo-o apenas como um século de massacres e guerras".

Rita Levi Momalcini (Prêmio Nobel, ciência, Itália): "Apesar de tudo, neste século houve revoluções para melhor [...] o surgimento do Quarto Estado e a emergência da mulher, após séculos de repressão".

William Golding (Prêmio Nobel, escritor, Grã-Bretanha): "Não posso deixar de pensar que este foi o século mais violento da história humana".

Ernst Gombrich (historiador da arte, Grã-Bretanha): "A principal carac-

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terística do século XX é a terrível multiplicação da população do mundo. É uma catástrofe, uma tragédia. Não sabemos o que fazer a respeito".

Yehudi Menuhin (músico, Grã-Bretanha): "Se eu tivesse de resumir o século XX, diria que despertou as maiores esperanças já concebidas pela humanidade e destruiu todas as ilusões e ideais".

Severo Ochoa (Prêmio Nobel, ciência, Espanha): "O mais fundamental é o progresso da ciência, que tem sido realmente extraordinário [,.,] Eis o que caracteriza nosso século".

Raymond Firth (antropólogo, Grã-Bretanha): "Tecnologicamente, coloco o desenvolvimento da eletrônica entre os fatos mais significativos do século XX; em termos de idéias, destaco a passagem de uma visão relativamente racional e científica das coisas para outra não racional e menos científica".

Leo Valiani (historiador, Itália): "Nosso século demonstra que a vitória dos ideais de justiça e igualdade é sempre efêmera, mas também que, se conseguimos manter a liberdade, sempre é possível recomeçar [...] Não há por que desesperar, mesmo nas situações mais desesperadas".

Franco Venturini (historiador, Itália): "Os historiadores não têm como responder a essa pergunta. Para mim, o século XX é apenas o esforço sempre renovado de entendê-lo".

(Agosti & Borgese, 1992, pp. 42, 210, 154, 76, 4, 8, 204, 2, 62, 80, 140 e 160)

A Cultura da Música eletrônica

Folha de S. Paulo
São Paulo, domingo, 18 de janeiro de 2009






Sem drama
Em trecho de livro inédito, o psicanalista Tales Ab'Saber analisa a cultura da música eletrônica, que dissolve as estruturas dramáticas da vida psíquica e social

TALES AB'SABER
ESPECIAL PARA A FOLHA

Há em Berlim uma casa que nunca fecha. Aquela noite que não termina jamais de fato pode começar a qualquer momento do dia, às 7h da manhã ou ainda às 10h. Lá todos os tempos se estendem, e noite e dia se transformam em outra coisa.
Naquela imensa boate que pretende expandir o seu plano de existência, seu tempo infinito, sobre a vida e a cidade, construída em uma antiga fábrica, uma antiga usina de energia nazista, todo tipo de figura da noite se encontra, em uma festa fantástica alucinada que desejaria não terminar jamais.
À luz da vida tecno, as ideias tradicionais de dia e de noite se revelam mais frágeis, bem mais insólitas do que a vida cotidiana sob o regime da produção nos leva a crer. Para alguns, o mundo do dia se tornará definitivamente vazio e apenas a noite excitada e veloz vai concentrar em si o valor do que é vivo.
Naquela boate, como em muitas outras -essa estrutura de diversão é industrial e global-, tudo se encerra apenas quando o efeito prolongado e sistemático da droga se encerra. Como uma pausa para respirar, às vezes tendo passado muitos dias entre uma jornada de diversão e sua suspensão momentânea. Para muitos, apenas pelo tempo mínimo da reposição das forças até a próxima jornada pela política imaginária da noite. Essa pausa mínima seria, em suma, a própria vida.
E, ainda, mais. Para outros tantos, o próprio efeito da droga sob a pulsação infinita da música eletrônica, experiência programática e enfeitiçada, não deveria se encerrar jamais: estes estariam destinados ao projeto de dissolução na pulsação sem eu da música tecno, seja a dissolução do espírito, em uma infantilização definitiva para os embates materiais da vida, seja a dissolução do corpo, ambos igualmente reais.
O bar Panorama de Berlim, apelidado pelos brasileiros que habitam a noite tecno mundial de Paranoia, representa o espírito de totalização da cultura que a música eletrônica busca ter em nosso tempo. Aberto para sempre, sonho eterno de Dioniso, são dimensões tradicionais do sujeito de uma era histórica, de tempo e de repouso, de lazer e de trabalho, que se fecham com ele, não necessariamente em uma superação para melhor, ideia ela mesma superada pelo transe festivo geral.

Vazio de energia
De fato, após uma noite de vida tecno é forte a experiência radical de vazio que se torna o espírito do dia. Toda a trama da vida se descontinua em uma nova ordem muito contemporânea de depressão, depressão da própria energia libidinal que aparece agora esvaziada, mal sustentando algum investimento no próprio eu. A energia foi imensamente gasta à noite. Foi devastada, tornando o dia vazio de objeto, porém vivo, vivo no vazio, muito bem articulado à busca pelo excedente absoluto de mais tarde, à noite.
Esse dado negativo que toma o dia certamente aponta para o valor esvaziado do que se tornou a vida, do qual se tenta fugir incessantemente, mas, na nova ordem do humano, se procura não pensar. Tal negatividade, que corta as ligações com as coisas do dia da produção na raiz, portaria talvez uma esperança utópica, sempre sinalizada pelos "clubbers", mas de natureza muito vazia, indeterminada, totalmente esotérica, transposta à ação da noite. Quem aspira ao infinito não sabe o que quer, um dia disse Schlegel [1772-1829] a respeito desse tipo de salto direto no sentido, que perde as mediações concretas.
Esta nova ordem da festa, onde a fantasia é o ser, funciona sobre outros padrões que os das antigas e tradicionais festividades humanas. A música eletrônica é a mais forte negação do universo primordial, até ontem, de política dramática própria ao eu da canção. Com ela o mundo pop chegou a sua autorrealização conceitual, espécie de vida pura da técnica, dispensando toda trama imaginária que não seja a sua pureza abstrata, fixada na mínima forma -um pouco ao modo de um retrato de Warhol-, na máxima pulsação para o aqui e o agora do corpo, como utopia indeterminada, ou como mundo realizado em sua música plenamente descarnada. Com ela a paixão pela alucinose consentida da noite busca a sua normalização na vida humana, e sua pacificação à luz do dia.

"Tecnocorpo"
A música eletrônica redefiniu assim um valor da experiência humana, daquilo que é estar diante da música. Seus novos campos do sentido são muito diferentes da experiência histórica da canção e sua reflexividade ainda referida ao eu. Eles são dois: o da estetização generalizada da vida, na expansão da política do imaginário e da moda e seu valor de mercado sobre todos os sujeitos, e o do impulso à ação, à atuação encenada, impulso à luta pela existência, que é o mero estado em que a vida está no mundo dado do capitalismo avançado.
Essa política mais radical do "tecnocorpo" em aqui e agora, longe do espírito que alucina, própria à nova indústria da diversão, onde impera a música eletrônica, coloca problemas complicados. Ela significa o fim da trama imaginária e suas profundidades dramáticas, em que o sujeito do inconsciente era lido em um certo teatro simbólico, a famosa triangularidade edípica, e sua razão narrativa, que põe o eu, o desejo e o outro, o tempo e o espaço em alguma perspectiva.
Neste novo mundo digital e pós-dramático, tudo é reduzido ao presente do fluxo e do prazer constante, autoerotismo social e tecnicamente produzido, talvez turbulento, mas contínuo, em que, em sua versão utópica, o outro é alucinado como mundo amoroso e indistinto, minha própria continuidade.
A técnica do tempo, nos "samplers", nas pistas iluminadas a laser e nas novas drogas sintéticas, encena uma forte experiência do todo sobre o sujeito, a nova tecnocultura, na qual as estruturas dramáticas de uma outra modernidade já estão ausentes. Essa cena, e sua política imaginária, se põe porque, de fato, tais estruturas estão falindo, anêmicas e desaparecendo na própria vida social.
Os sujeitos fragilizados e a crise real -de difícil apreensão, das estruturas de orientação moderna da vida, da política à educação, das nações à forma família- que o digam; ou melhor, que o dancem. Em parte esses espaços foram ocupados pela festa tecno sem fim, que busca a generalização, e a alucinose generalizada, do valor do corpo, o império fetichista da moda, a apresentação em ato na noite da imagem produzida do dia, para sobreviver ao sistema catastrófico do mercado.



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TALES A.M. AB'SABER , psicanalista, é autor de "O Sonhar Restaurado" (Ed. 34). Este texto é um trecho do ensaio inédito "A Música do Tempo Infinito".

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Lista 2a fase Fuvest 2012

http://www1.folha.uol.com.br/saber/1023280-fuvest-divulga-convocados-para-a-2-fase-do-vestibular-2012-confira.shtml

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Fuvest divulga nota de corte :

http://media.folha.uol.com.br/saber/2011/12/12/corte_fuvest_2012.pdf