O SÉCULO: VISTA AÉREA
Olhar panorâmico
DOZE PESSOAS VÊEM O SÊCULO XX
Isaiah Berlin (filósofo, Grã-Bretanha): "Vivi a maior parte do século XX, devo acrescentar que não sofri provações pessoais. Lembro-o apenas como o século mais terrível da história".
Júlio Caro Baroja (antropólogo, Espanha): "Há uma contradição patente entre a experiência de nossa própria vida - infância, juventude e velhice passadas tranqüilamente e sem maiores aventuras - e os fatos do século XX... os terríveis acontecimentos por que passou a humanidade".
Primo Levi (escritor, Itália): "Nós, que sobrevivemos aos Campos, não somos verdadeiras testemunhas. Esta é uma idéia incômoda que passei aos poucos a aceitar, ao ler o que outros sobreviventes escreveram - inclusive eu mesmo, quando releio meus textos após alguns anos. Nós, sobreviventes, somos uma minoria não só minúscula, como também anômala. Somos aqueles que, por prevaricação, habilidade ou sorte, jamais tocaram o fundo. Os que tocaram, e que viram a face das Górgonas, não voltaram, ou voltaram sem palavras".
René Dumontl (agrônomo, ecologista, França): "Vejo-o apenas como um século de massacres e guerras".
Rita Levi Momalcini (Prêmio Nobel, ciência, Itália): "Apesar de tudo, neste século houve revoluções para melhor [...] o surgimento do Quarto Estado e a emergência da mulher, após séculos de repressão".
William Golding (Prêmio Nobel, escritor, Grã-Bretanha): "Não posso deixar de pensar que este foi o século mais violento da história humana".
Ernst Gombrich (historiador da arte, Grã-Bretanha): "A principal carac-
Página 448
terística do século XX é a terrível multiplicação da população do mundo. É uma catástrofe, uma tragédia. Não sabemos o que fazer a respeito".
Yehudi Menuhin (músico, Grã-Bretanha): "Se eu tivesse de resumir o século XX, diria que despertou as maiores esperanças já concebidas pela humanidade e destruiu todas as ilusões e ideais".
Severo Ochoa (Prêmio Nobel, ciência, Espanha): "O mais fundamental é o progresso da ciência, que tem sido realmente extraordinário [,.,] Eis o que caracteriza nosso século".
Raymond Firth (antropólogo, Grã-Bretanha): "Tecnologicamente, coloco o desenvolvimento da eletrônica entre os fatos mais significativos do século XX; em termos de idéias, destaco a passagem de uma visão relativamente racional e científica das coisas para outra não racional e menos científica".
Leo Valiani (historiador, Itália): "Nosso século demonstra que a vitória dos ideais de justiça e igualdade é sempre efêmera, mas também que, se conseguimos manter a liberdade, sempre é possível recomeçar [...] Não há por que desesperar, mesmo nas situações mais desesperadas".
Franco Venturini (historiador, Itália): "Os historiadores não têm como responder a essa pergunta. Para mim, o século XX é apenas o esforço sempre renovado de entendê-lo".
(Agosti & Borgese, 1992, pp. 42, 210, 154, 76, 4, 8, 204, 2, 62, 80, 140 e 160)
' LIBERTAR primeiro, ensinar depois' Cogito ergo sum “Não que eu imitasse os cépticos, que duvidam apenas por duvidar, e ostentam apenas manter-se em irresolução; pois, ao contrário, todo o meu projeto era simplesmente firmar-me na certeza, e rejeitar a terra e areia instável em prol de colocar-me em rocha ou argila.”
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
A Cultura da Música eletrônica
Folha de S. Paulo
São Paulo, domingo, 18 de janeiro de 2009
Sem drama
Em trecho de livro inédito, o psicanalista Tales Ab'Saber analisa a cultura da música eletrônica, que dissolve as estruturas dramáticas da vida psíquica e social
TALES AB'SABER
ESPECIAL PARA A FOLHA
Há em Berlim uma casa que nunca fecha. Aquela noite que não termina jamais de fato pode começar a qualquer momento do dia, às 7h da manhã ou ainda às 10h. Lá todos os tempos se estendem, e noite e dia se transformam em outra coisa.
Naquela imensa boate que pretende expandir o seu plano de existência, seu tempo infinito, sobre a vida e a cidade, construída em uma antiga fábrica, uma antiga usina de energia nazista, todo tipo de figura da noite se encontra, em uma festa fantástica alucinada que desejaria não terminar jamais.
À luz da vida tecno, as ideias tradicionais de dia e de noite se revelam mais frágeis, bem mais insólitas do que a vida cotidiana sob o regime da produção nos leva a crer. Para alguns, o mundo do dia se tornará definitivamente vazio e apenas a noite excitada e veloz vai concentrar em si o valor do que é vivo.
Naquela boate, como em muitas outras -essa estrutura de diversão é industrial e global-, tudo se encerra apenas quando o efeito prolongado e sistemático da droga se encerra. Como uma pausa para respirar, às vezes tendo passado muitos dias entre uma jornada de diversão e sua suspensão momentânea. Para muitos, apenas pelo tempo mínimo da reposição das forças até a próxima jornada pela política imaginária da noite. Essa pausa mínima seria, em suma, a própria vida.
E, ainda, mais. Para outros tantos, o próprio efeito da droga sob a pulsação infinita da música eletrônica, experiência programática e enfeitiçada, não deveria se encerrar jamais: estes estariam destinados ao projeto de dissolução na pulsação sem eu da música tecno, seja a dissolução do espírito, em uma infantilização definitiva para os embates materiais da vida, seja a dissolução do corpo, ambos igualmente reais.
O bar Panorama de Berlim, apelidado pelos brasileiros que habitam a noite tecno mundial de Paranoia, representa o espírito de totalização da cultura que a música eletrônica busca ter em nosso tempo. Aberto para sempre, sonho eterno de Dioniso, são dimensões tradicionais do sujeito de uma era histórica, de tempo e de repouso, de lazer e de trabalho, que se fecham com ele, não necessariamente em uma superação para melhor, ideia ela mesma superada pelo transe festivo geral.
Vazio de energia
De fato, após uma noite de vida tecno é forte a experiência radical de vazio que se torna o espírito do dia. Toda a trama da vida se descontinua em uma nova ordem muito contemporânea de depressão, depressão da própria energia libidinal que aparece agora esvaziada, mal sustentando algum investimento no próprio eu. A energia foi imensamente gasta à noite. Foi devastada, tornando o dia vazio de objeto, porém vivo, vivo no vazio, muito bem articulado à busca pelo excedente absoluto de mais tarde, à noite.
Esse dado negativo que toma o dia certamente aponta para o valor esvaziado do que se tornou a vida, do qual se tenta fugir incessantemente, mas, na nova ordem do humano, se procura não pensar. Tal negatividade, que corta as ligações com as coisas do dia da produção na raiz, portaria talvez uma esperança utópica, sempre sinalizada pelos "clubbers", mas de natureza muito vazia, indeterminada, totalmente esotérica, transposta à ação da noite. Quem aspira ao infinito não sabe o que quer, um dia disse Schlegel [1772-1829] a respeito desse tipo de salto direto no sentido, que perde as mediações concretas.
Esta nova ordem da festa, onde a fantasia é o ser, funciona sobre outros padrões que os das antigas e tradicionais festividades humanas. A música eletrônica é a mais forte negação do universo primordial, até ontem, de política dramática própria ao eu da canção. Com ela o mundo pop chegou a sua autorrealização conceitual, espécie de vida pura da técnica, dispensando toda trama imaginária que não seja a sua pureza abstrata, fixada na mínima forma -um pouco ao modo de um retrato de Warhol-, na máxima pulsação para o aqui e o agora do corpo, como utopia indeterminada, ou como mundo realizado em sua música plenamente descarnada. Com ela a paixão pela alucinose consentida da noite busca a sua normalização na vida humana, e sua pacificação à luz do dia.
"Tecnocorpo"
A música eletrônica redefiniu assim um valor da experiência humana, daquilo que é estar diante da música. Seus novos campos do sentido são muito diferentes da experiência histórica da canção e sua reflexividade ainda referida ao eu. Eles são dois: o da estetização generalizada da vida, na expansão da política do imaginário e da moda e seu valor de mercado sobre todos os sujeitos, e o do impulso à ação, à atuação encenada, impulso à luta pela existência, que é o mero estado em que a vida está no mundo dado do capitalismo avançado.
Essa política mais radical do "tecnocorpo" em aqui e agora, longe do espírito que alucina, própria à nova indústria da diversão, onde impera a música eletrônica, coloca problemas complicados. Ela significa o fim da trama imaginária e suas profundidades dramáticas, em que o sujeito do inconsciente era lido em um certo teatro simbólico, a famosa triangularidade edípica, e sua razão narrativa, que põe o eu, o desejo e o outro, o tempo e o espaço em alguma perspectiva.
Neste novo mundo digital e pós-dramático, tudo é reduzido ao presente do fluxo e do prazer constante, autoerotismo social e tecnicamente produzido, talvez turbulento, mas contínuo, em que, em sua versão utópica, o outro é alucinado como mundo amoroso e indistinto, minha própria continuidade.
A técnica do tempo, nos "samplers", nas pistas iluminadas a laser e nas novas drogas sintéticas, encena uma forte experiência do todo sobre o sujeito, a nova tecnocultura, na qual as estruturas dramáticas de uma outra modernidade já estão ausentes. Essa cena, e sua política imaginária, se põe porque, de fato, tais estruturas estão falindo, anêmicas e desaparecendo na própria vida social.
Os sujeitos fragilizados e a crise real -de difícil apreensão, das estruturas de orientação moderna da vida, da política à educação, das nações à forma família- que o digam; ou melhor, que o dancem. Em parte esses espaços foram ocupados pela festa tecno sem fim, que busca a generalização, e a alucinose generalizada, do valor do corpo, o império fetichista da moda, a apresentação em ato na noite da imagem produzida do dia, para sobreviver ao sistema catastrófico do mercado.
--------------------------------------------------------------------------------
TALES A.M. AB'SABER , psicanalista, é autor de "O Sonhar Restaurado" (Ed. 34). Este texto é um trecho do ensaio inédito "A Música do Tempo Infinito".
São Paulo, domingo, 18 de janeiro de 2009
Sem drama
Em trecho de livro inédito, o psicanalista Tales Ab'Saber analisa a cultura da música eletrônica, que dissolve as estruturas dramáticas da vida psíquica e social
TALES AB'SABER
ESPECIAL PARA A FOLHA
Há em Berlim uma casa que nunca fecha. Aquela noite que não termina jamais de fato pode começar a qualquer momento do dia, às 7h da manhã ou ainda às 10h. Lá todos os tempos se estendem, e noite e dia se transformam em outra coisa.
Naquela imensa boate que pretende expandir o seu plano de existência, seu tempo infinito, sobre a vida e a cidade, construída em uma antiga fábrica, uma antiga usina de energia nazista, todo tipo de figura da noite se encontra, em uma festa fantástica alucinada que desejaria não terminar jamais.
À luz da vida tecno, as ideias tradicionais de dia e de noite se revelam mais frágeis, bem mais insólitas do que a vida cotidiana sob o regime da produção nos leva a crer. Para alguns, o mundo do dia se tornará definitivamente vazio e apenas a noite excitada e veloz vai concentrar em si o valor do que é vivo.
Naquela boate, como em muitas outras -essa estrutura de diversão é industrial e global-, tudo se encerra apenas quando o efeito prolongado e sistemático da droga se encerra. Como uma pausa para respirar, às vezes tendo passado muitos dias entre uma jornada de diversão e sua suspensão momentânea. Para muitos, apenas pelo tempo mínimo da reposição das forças até a próxima jornada pela política imaginária da noite. Essa pausa mínima seria, em suma, a própria vida.
E, ainda, mais. Para outros tantos, o próprio efeito da droga sob a pulsação infinita da música eletrônica, experiência programática e enfeitiçada, não deveria se encerrar jamais: estes estariam destinados ao projeto de dissolução na pulsação sem eu da música tecno, seja a dissolução do espírito, em uma infantilização definitiva para os embates materiais da vida, seja a dissolução do corpo, ambos igualmente reais.
O bar Panorama de Berlim, apelidado pelos brasileiros que habitam a noite tecno mundial de Paranoia, representa o espírito de totalização da cultura que a música eletrônica busca ter em nosso tempo. Aberto para sempre, sonho eterno de Dioniso, são dimensões tradicionais do sujeito de uma era histórica, de tempo e de repouso, de lazer e de trabalho, que se fecham com ele, não necessariamente em uma superação para melhor, ideia ela mesma superada pelo transe festivo geral.
Vazio de energia
De fato, após uma noite de vida tecno é forte a experiência radical de vazio que se torna o espírito do dia. Toda a trama da vida se descontinua em uma nova ordem muito contemporânea de depressão, depressão da própria energia libidinal que aparece agora esvaziada, mal sustentando algum investimento no próprio eu. A energia foi imensamente gasta à noite. Foi devastada, tornando o dia vazio de objeto, porém vivo, vivo no vazio, muito bem articulado à busca pelo excedente absoluto de mais tarde, à noite.
Esse dado negativo que toma o dia certamente aponta para o valor esvaziado do que se tornou a vida, do qual se tenta fugir incessantemente, mas, na nova ordem do humano, se procura não pensar. Tal negatividade, que corta as ligações com as coisas do dia da produção na raiz, portaria talvez uma esperança utópica, sempre sinalizada pelos "clubbers", mas de natureza muito vazia, indeterminada, totalmente esotérica, transposta à ação da noite. Quem aspira ao infinito não sabe o que quer, um dia disse Schlegel [1772-1829] a respeito desse tipo de salto direto no sentido, que perde as mediações concretas.
Esta nova ordem da festa, onde a fantasia é o ser, funciona sobre outros padrões que os das antigas e tradicionais festividades humanas. A música eletrônica é a mais forte negação do universo primordial, até ontem, de política dramática própria ao eu da canção. Com ela o mundo pop chegou a sua autorrealização conceitual, espécie de vida pura da técnica, dispensando toda trama imaginária que não seja a sua pureza abstrata, fixada na mínima forma -um pouco ao modo de um retrato de Warhol-, na máxima pulsação para o aqui e o agora do corpo, como utopia indeterminada, ou como mundo realizado em sua música plenamente descarnada. Com ela a paixão pela alucinose consentida da noite busca a sua normalização na vida humana, e sua pacificação à luz do dia.
"Tecnocorpo"
A música eletrônica redefiniu assim um valor da experiência humana, daquilo que é estar diante da música. Seus novos campos do sentido são muito diferentes da experiência histórica da canção e sua reflexividade ainda referida ao eu. Eles são dois: o da estetização generalizada da vida, na expansão da política do imaginário e da moda e seu valor de mercado sobre todos os sujeitos, e o do impulso à ação, à atuação encenada, impulso à luta pela existência, que é o mero estado em que a vida está no mundo dado do capitalismo avançado.
Essa política mais radical do "tecnocorpo" em aqui e agora, longe do espírito que alucina, própria à nova indústria da diversão, onde impera a música eletrônica, coloca problemas complicados. Ela significa o fim da trama imaginária e suas profundidades dramáticas, em que o sujeito do inconsciente era lido em um certo teatro simbólico, a famosa triangularidade edípica, e sua razão narrativa, que põe o eu, o desejo e o outro, o tempo e o espaço em alguma perspectiva.
Neste novo mundo digital e pós-dramático, tudo é reduzido ao presente do fluxo e do prazer constante, autoerotismo social e tecnicamente produzido, talvez turbulento, mas contínuo, em que, em sua versão utópica, o outro é alucinado como mundo amoroso e indistinto, minha própria continuidade.
A técnica do tempo, nos "samplers", nas pistas iluminadas a laser e nas novas drogas sintéticas, encena uma forte experiência do todo sobre o sujeito, a nova tecnocultura, na qual as estruturas dramáticas de uma outra modernidade já estão ausentes. Essa cena, e sua política imaginária, se põe porque, de fato, tais estruturas estão falindo, anêmicas e desaparecendo na própria vida social.
Os sujeitos fragilizados e a crise real -de difícil apreensão, das estruturas de orientação moderna da vida, da política à educação, das nações à forma família- que o digam; ou melhor, que o dancem. Em parte esses espaços foram ocupados pela festa tecno sem fim, que busca a generalização, e a alucinose generalizada, do valor do corpo, o império fetichista da moda, a apresentação em ato na noite da imagem produzida do dia, para sobreviver ao sistema catastrófico do mercado.
--------------------------------------------------------------------------------
TALES A.M. AB'SABER , psicanalista, é autor de "O Sonhar Restaurado" (Ed. 34). Este texto é um trecho do ensaio inédito "A Música do Tempo Infinito".
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Lista 2a fase Fuvest 2012
http://www1.folha.uol.com.br/saber/1023280-fuvest-divulga-convocados-para-a-2-fase-do-vestibular-2012-confira.shtml
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Auto Avaliação - Fim do Bimestre / Ano Letivo
ALUNOS OSWALDO ARANHA NOTURNO
AUTO AVALIAÇÃO : OBRIGATÓRIA 4o BIMESTRE
AVALIE, COMENTE E DÊ UMA NOTA DE 0-10 PARA :
1- E.E.OSWALDO ARANHA
2- SUA SALA
3- AS AULAS DE HISTÓRIA / DAC DO PROF MILTON
4- ELABORE UM PEQUENO TEXTO SOBRE SUA PARTICIPAÇÃO PESSOAL NO ANO LETIVO DE 2011 (MÍNIMO 10 LINHAS) ABORDANDO SUA FREQUÊNCIA, SERIEDADE, HONESTIDADE, QUALIDADE, ETC ETC
TÍTULO : 'POR QUE EU MEREÇO SER APROVADO / REPROVADO'
ÚLTIMO DIA P ENTREGA TRABALHOS HISTÓRIA / DAC 3A FEIRA 6 DE DEZEMBRO
* SEM FALTA
NESSE DIA (6/12) ESTAREI NA ESCOLA DAS 19:00AS 19:30 HS
PROF MILTON
AUTO AVALIAÇÃO : OBRIGATÓRIA 4o BIMESTRE
AVALIE, COMENTE E DÊ UMA NOTA DE 0-10 PARA :
1- E.E.OSWALDO ARANHA
2- SUA SALA
3- AS AULAS DE HISTÓRIA / DAC DO PROF MILTON
4- ELABORE UM PEQUENO TEXTO SOBRE SUA PARTICIPAÇÃO PESSOAL NO ANO LETIVO DE 2011 (MÍNIMO 10 LINHAS) ABORDANDO SUA FREQUÊNCIA, SERIEDADE, HONESTIDADE, QUALIDADE, ETC ETC
TÍTULO : 'POR QUE EU MEREÇO SER APROVADO / REPROVADO'
ÚLTIMO DIA P ENTREGA TRABALHOS HISTÓRIA / DAC 3A FEIRA 6 DE DEZEMBRO
* SEM FALTA
NESSE DIA (6/12) ESTAREI NA ESCOLA DAS 19:00AS 19:30 HS
PROF MILTON
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
A invasão da USP, a FFLCH, a PM e a HIPOCRISIA.
Inspirado e incomodado com tanta gente que tenho ouvido apaixonadamente defendendo a intervenção violenta da PM na universidade e chamando indiscriminadamente todos os membros da FFLCH, ou qualquer outro que não concorde passiva e docilmente com a 'exótica' presença e com a mais ainda 'exótica' prática exercida pela PM no campus - de 'maconheiros', vagabundos, bandidos e etc. Muito orgulhosamente como ex-aluno desta faculdade, quero aproveitar para como fazem, também usar livremente alguns adjetivos e dizer que sou inteiramente a favor da intervenção da PM em vários ambientes :
Primeiro e urgentemente nos dados secretos da Receita Federal pra prender aquela minoria muito pequena dos muito muito mais ricos que eterna, histórica e descaradamente sonegaram e sonegam impostos. Talvez vc os conheça por ' Classe A'.
Defendo a PM pra bater também naqueles que, pra se darem bem, costumeiramente deram e dão imensos dribles e chapéus na Constituição e em qualquer outra regra ou lei, e nem disfarçam seu orgulho e apreço pelo autoritarismo a favor da eterna manutenção deste estado de coisas e sua admiração pela falsidade e safadeza, mas adoram posar de impolutos, chocados e puros quando é, como hoje, pra malhar os outros. Talvez vc já tenha ouvido falar neles como 'gente séria' ou 'pessoas de sucesso'.
Por mim tem que algemar e bater também naqueles que sem dó nem nenhum remorso nessa vida - de forma tipicamente brasileira, não só aprenderam, mas se pós-graduaram em explorar qualquer semelhante até o talo, e em ter o interesse, a trapaça e a indiferença como a sua maior habilidade no mundo e ainda chamam isso -na boa - de 'pragmatismo' !
Tem que bater também naqueles que passaram a vida se especializando em puxar tapetes e sacos e em elaborar e inocular seu veneno social, corporativo, materialista e deslumbrado como única forma possível de sobrevivência humana, pois sequer imaginam que possa haver alguma diferença entre as pessoas e as coisas( na verdade chamam pessoas de 'Recursos Humanos'). Também conhecidos como 'determinados' ou 'realistas'.
Naqueles que naturalmente se vendem como também compram, sejam fiscais, policiais, amigos, filhos, irmãos, pais ou amores.
E naturalmente chamam isso de 'network' ou 'marketing pessoal' !
Por mim tem que arregaçar na borrachada quem, de forma consciente manipula, se aproveita e intimida jovens, crianças e inocentes. Principalmente os que enchem a boca pra falar na sua 'responsabilidade social' !
Em quem é visceralmente e antes de tudo radical e convictamente preconceituoso contra qualquer coisa que não se enquadre no seu estreito e fechado horizonte de vida e de mundo e chama isso - tranquilamente - de 'liberal conservadorismo' ou 'de direita' !
Tem que prender e bater em quem abusa e despreza sem nenhum problema os mais fracos e inocentes, em quem não está nem aí pros horrores e injustiças do mundo, em quem acha tudo muito normal e inevitável e em quem sequer sabe o significado da palavra solidariedade, em quem se acha e ainda posa de bacana quanto mais arrogante, alienado e soberbo se mostrar – pois - pra eles - isso é a verdadeira e desejada conquista maior e mais importante da vida humana. Eles chamam isso de 'modernidade'.
Tem mesmo que prender aqueles que mesmo sem conhecer quase nada, falam mal do país e –sem nunca ter se questionado por que - por uma inferioridade atávica e incurável adoram, de alma, olhos e corações fechados : babar e lamber o ovo de tudo que vem de fora e pra isso usam as palavras : 'chics', 'globalizados', 'integrados','conectados' 'modernos' ou 'cosmopolitas' !
Tem que algemar e bater em quem nunca, em qualquer contexto, perde uma oportunidade de agir com cinismo, esperteza e sequer disfarça seu ódio ao perceber que há possibilidades – mesmo que remotas - de avançar a tal democracia e não tolera sequer conversar civilizadamente com quem não pensa exatamente igual as maiorias bovinas. E se chamam de 'coerentes', 'sensatos', 'personalistas' ou 'seletivos' !
Também gostaria de ver a PM intervindo violentamente nas monoplantações de eucalipto, soja, cana, pinus e etc que estão transformando nossa natureza num imenso deserto ( acidificado e contaminado por um veneno apelidado 'Roundup')- enchendo o rabo de meia dúzia de empresas e latifundiários e condenando toda uma população a pobreza e a marginalidade eterna. Mas alguém pode conhecer isso por 'Agronegócio' e/ou 'reflorestamento' !
Também queria ver a PM entrar com bombas de gás nos templos mais chics da futilidade e deslumbre consumista atuais pra averiguar quem são os clientes que – num mundo cada vez mais em crise – mantém padrões de consumo que envergonhariam reis. Prá saber de verdade de onde vem a grana preta dessa gente. Mas isso talvez seja mais conhecido por ' gente diferenciada', 'alto padrão', 'AAA', ou 'milionárias de Moema'!
Ainda gostaria de ver a mesma PM arregaçando na borracha banqueiros e outros vigaristas disfarçados de corretores – que são mestres em lavar e traficar qualquer dinheiro, independente de sua origem e cheiro. Também conhecidos por 'operadores logísticos' ou ' gente do mercado financeiro'.
Também sou a favor de sentar a borracha nos advogados, promotores, juízes, desembargadores e etc, que diária e vergonhosamente defendem, aliviam e livram a cara de políticos, empresários e quaisquer outros ladrões e safados. Aquilo que muitos chamam de : judiciário.
Tinha que bater muito também naqueles que criminosa e meticulosamente se aproveitam da inocência e ilusão alheias vendendo sonhos, como criminosos disfarçados de empresários de escolas, cursos e faculdades – verdadeiras arapucas lavadoras de dinheiro sujo, vendedoras de diplomas que não valem nada além de suas propagandas - como também nos bandidos organizadores de concursos fajutos - armadilhas indústrias de dinheiro fácil.
Conhecidos também como 'mantenedores'.
Bem como também deveriam apanhar bastante, covardes crônicos que com sua tacanhice e estreiteza eternas ajudam e muito a emperrar o nosso já falido sistema educacional e cultural, despolitizando, desalmando e reforçando a inércia com suas crenças fundamentalistas na impotência eterna e insuperável do povo e especialmente dos jovens, castrando sem dó o futuro que sempre será igual. Muitos atendem por 'professores'.
Também quero ver a tropa de choque batendo em políticos que diariamente fazem leis pra privilegiar os mais ricos, o mundo corporativo, o sistema financeiro, as multinacionais e etc
Nesses tem que rachar o pau !
Sentar a borracha ! Sem dó !
Pra quem não sabe, também são conhecidos como 'quase todos'.
Por mim, tinha ainda que prender e bater em especial - com requintes de tortura ( A PM entende bem ) nos responsáveis pelas novelas e pela maioria absoluta dos programas que não só reforçam, mas diariamente doutrinam, embotam, mercantilizam e idiotizam nossas almas. E condenam nossa sociedade a ser irrecuperavelmente cada vez mais tapada, fútil, vazia, consumista, truculenta, alienada, imbecil, arrogante e ignorante.
Tinha que 'arregaçar' mesmo quem é responsável pelo imenso e intransponível lodo de lixo midiático que estamos submersos - os maiores autores da falência da nossa Educação e Cultura. Aqueles que também atendem por celebridades, artistas, jornalistas, 'formadores de opinião' e etc.
Também seria bom ver a PM dando um cassete forte em quem fala mal dos moleques do baseado, mas por não querer perder tempo nem ter trabalho de educar e mais ainda por estar ‘na moda’ , se droga e droga com tarjas vermelhas ou pretas– de boa e sem culpa -desde muito cedo, a sí mesmo e os próprios filhos pequenos ou nem tanto com mágicas bolinhas que criam dependência eterna por recomendação de profissionais da alienação ( conhecidos por médicos) - que só aprenderam preencher receitas ditadas pelo corporativismo da máfia farmacêutica, interessada em criar e difundir como paraíso, um mundo de pessoas dependentes, dominadas e conformadas em seus shoppings e na frente de suas televisões. Mas eles também são conhecidos por 'pacientes' ou 'clientes de clínicas'.
Como infelizmente, por enquanto nada disso deve acontecer, vamos nos distrair falando mal dos moleques da USP que ousaram discordar do nosso 'maravilhoso' modelo de segurança !
Aliás 'exótico' modelo militarizado de segurança num país que oficialmente não está em guerra !
Isso é muito perigoso, vai que alguém lembra que muitas sociedades extremamente desenvolvidas - onde se usa muito mais drogas que aqui - não tem sequer polícia armada ! E a criminalidade quase não existe !Isso sim é um absurdo !!! E deve ser reprimido !
Cambada de maconheiros, baderneiros, comunistas, guerrilheiros !!
Onde já se viu !
Milton Fernandes Filho
Primeiro e urgentemente nos dados secretos da Receita Federal pra prender aquela minoria muito pequena dos muito muito mais ricos que eterna, histórica e descaradamente sonegaram e sonegam impostos. Talvez vc os conheça por ' Classe A'.
Defendo a PM pra bater também naqueles que, pra se darem bem, costumeiramente deram e dão imensos dribles e chapéus na Constituição e em qualquer outra regra ou lei, e nem disfarçam seu orgulho e apreço pelo autoritarismo a favor da eterna manutenção deste estado de coisas e sua admiração pela falsidade e safadeza, mas adoram posar de impolutos, chocados e puros quando é, como hoje, pra malhar os outros. Talvez vc já tenha ouvido falar neles como 'gente séria' ou 'pessoas de sucesso'.
Por mim tem que algemar e bater também naqueles que sem dó nem nenhum remorso nessa vida - de forma tipicamente brasileira, não só aprenderam, mas se pós-graduaram em explorar qualquer semelhante até o talo, e em ter o interesse, a trapaça e a indiferença como a sua maior habilidade no mundo e ainda chamam isso -na boa - de 'pragmatismo' !
Tem que bater também naqueles que passaram a vida se especializando em puxar tapetes e sacos e em elaborar e inocular seu veneno social, corporativo, materialista e deslumbrado como única forma possível de sobrevivência humana, pois sequer imaginam que possa haver alguma diferença entre as pessoas e as coisas( na verdade chamam pessoas de 'Recursos Humanos'). Também conhecidos como 'determinados' ou 'realistas'.
Naqueles que naturalmente se vendem como também compram, sejam fiscais, policiais, amigos, filhos, irmãos, pais ou amores.
E naturalmente chamam isso de 'network' ou 'marketing pessoal' !
Por mim tem que arregaçar na borrachada quem, de forma consciente manipula, se aproveita e intimida jovens, crianças e inocentes. Principalmente os que enchem a boca pra falar na sua 'responsabilidade social' !
Em quem é visceralmente e antes de tudo radical e convictamente preconceituoso contra qualquer coisa que não se enquadre no seu estreito e fechado horizonte de vida e de mundo e chama isso - tranquilamente - de 'liberal conservadorismo' ou 'de direita' !
Tem que prender e bater em quem abusa e despreza sem nenhum problema os mais fracos e inocentes, em quem não está nem aí pros horrores e injustiças do mundo, em quem acha tudo muito normal e inevitável e em quem sequer sabe o significado da palavra solidariedade, em quem se acha e ainda posa de bacana quanto mais arrogante, alienado e soberbo se mostrar – pois - pra eles - isso é a verdadeira e desejada conquista maior e mais importante da vida humana. Eles chamam isso de 'modernidade'.
Tem mesmo que prender aqueles que mesmo sem conhecer quase nada, falam mal do país e –sem nunca ter se questionado por que - por uma inferioridade atávica e incurável adoram, de alma, olhos e corações fechados : babar e lamber o ovo de tudo que vem de fora e pra isso usam as palavras : 'chics', 'globalizados', 'integrados','conectados' 'modernos' ou 'cosmopolitas' !
Tem que algemar e bater em quem nunca, em qualquer contexto, perde uma oportunidade de agir com cinismo, esperteza e sequer disfarça seu ódio ao perceber que há possibilidades – mesmo que remotas - de avançar a tal democracia e não tolera sequer conversar civilizadamente com quem não pensa exatamente igual as maiorias bovinas. E se chamam de 'coerentes', 'sensatos', 'personalistas' ou 'seletivos' !
Também gostaria de ver a PM intervindo violentamente nas monoplantações de eucalipto, soja, cana, pinus e etc que estão transformando nossa natureza num imenso deserto ( acidificado e contaminado por um veneno apelidado 'Roundup')- enchendo o rabo de meia dúzia de empresas e latifundiários e condenando toda uma população a pobreza e a marginalidade eterna. Mas alguém pode conhecer isso por 'Agronegócio' e/ou 'reflorestamento' !
Também queria ver a PM entrar com bombas de gás nos templos mais chics da futilidade e deslumbre consumista atuais pra averiguar quem são os clientes que – num mundo cada vez mais em crise – mantém padrões de consumo que envergonhariam reis. Prá saber de verdade de onde vem a grana preta dessa gente. Mas isso talvez seja mais conhecido por ' gente diferenciada', 'alto padrão', 'AAA', ou 'milionárias de Moema'!
Ainda gostaria de ver a mesma PM arregaçando na borracha banqueiros e outros vigaristas disfarçados de corretores – que são mestres em lavar e traficar qualquer dinheiro, independente de sua origem e cheiro. Também conhecidos por 'operadores logísticos' ou ' gente do mercado financeiro'.
Também sou a favor de sentar a borracha nos advogados, promotores, juízes, desembargadores e etc, que diária e vergonhosamente defendem, aliviam e livram a cara de políticos, empresários e quaisquer outros ladrões e safados. Aquilo que muitos chamam de : judiciário.
Tinha que bater muito também naqueles que criminosa e meticulosamente se aproveitam da inocência e ilusão alheias vendendo sonhos, como criminosos disfarçados de empresários de escolas, cursos e faculdades – verdadeiras arapucas lavadoras de dinheiro sujo, vendedoras de diplomas que não valem nada além de suas propagandas - como também nos bandidos organizadores de concursos fajutos - armadilhas indústrias de dinheiro fácil.
Conhecidos também como 'mantenedores'.
Bem como também deveriam apanhar bastante, covardes crônicos que com sua tacanhice e estreiteza eternas ajudam e muito a emperrar o nosso já falido sistema educacional e cultural, despolitizando, desalmando e reforçando a inércia com suas crenças fundamentalistas na impotência eterna e insuperável do povo e especialmente dos jovens, castrando sem dó o futuro que sempre será igual. Muitos atendem por 'professores'.
Também quero ver a tropa de choque batendo em políticos que diariamente fazem leis pra privilegiar os mais ricos, o mundo corporativo, o sistema financeiro, as multinacionais e etc
Nesses tem que rachar o pau !
Sentar a borracha ! Sem dó !
Pra quem não sabe, também são conhecidos como 'quase todos'.
Por mim, tinha ainda que prender e bater em especial - com requintes de tortura ( A PM entende bem ) nos responsáveis pelas novelas e pela maioria absoluta dos programas que não só reforçam, mas diariamente doutrinam, embotam, mercantilizam e idiotizam nossas almas. E condenam nossa sociedade a ser irrecuperavelmente cada vez mais tapada, fútil, vazia, consumista, truculenta, alienada, imbecil, arrogante e ignorante.
Tinha que 'arregaçar' mesmo quem é responsável pelo imenso e intransponível lodo de lixo midiático que estamos submersos - os maiores autores da falência da nossa Educação e Cultura. Aqueles que também atendem por celebridades, artistas, jornalistas, 'formadores de opinião' e etc.
Também seria bom ver a PM dando um cassete forte em quem fala mal dos moleques do baseado, mas por não querer perder tempo nem ter trabalho de educar e mais ainda por estar ‘na moda’ , se droga e droga com tarjas vermelhas ou pretas– de boa e sem culpa -desde muito cedo, a sí mesmo e os próprios filhos pequenos ou nem tanto com mágicas bolinhas que criam dependência eterna por recomendação de profissionais da alienação ( conhecidos por médicos) - que só aprenderam preencher receitas ditadas pelo corporativismo da máfia farmacêutica, interessada em criar e difundir como paraíso, um mundo de pessoas dependentes, dominadas e conformadas em seus shoppings e na frente de suas televisões. Mas eles também são conhecidos por 'pacientes' ou 'clientes de clínicas'.
Como infelizmente, por enquanto nada disso deve acontecer, vamos nos distrair falando mal dos moleques da USP que ousaram discordar do nosso 'maravilhoso' modelo de segurança !
Aliás 'exótico' modelo militarizado de segurança num país que oficialmente não está em guerra !
Isso é muito perigoso, vai que alguém lembra que muitas sociedades extremamente desenvolvidas - onde se usa muito mais drogas que aqui - não tem sequer polícia armada ! E a criminalidade quase não existe !Isso sim é um absurdo !!! E deve ser reprimido !
Cambada de maconheiros, baderneiros, comunistas, guerrilheiros !!
Onde já se viu !
Milton Fernandes Filho
domingo, 6 de novembro de 2011
Links Código Florestal
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/
www.wwf.org.br/
www.mundosustentavel.com.br/
www.ambientebrasil.com.br/
www.wwf.org.br/codigoflorestal/
Entenda os problemas da alteração do Código Florestal.
G1 - Entenda a polêmica que envolve o novo Código Florestal ...
g1.globo.com/.../entenda-polemica-que-envolve-o-novo-codigo-flor...
Entenda a polêmica sobre o novo Código Florestal - geral - geral ...
www.estadao.com.br/.../geral,entenda-a-polemica-sobre-o-novo-codi...
Entenda a polêmica sobre o novo Código Florestal - Folha - UOL
www1.folha.uol.com.br/.../920452-entenda-a-polemica-sobre-o-nov...
Câmara aprova texto final do novo Código Florestal - Folha - UOL
www1.folha.uol.com.br/.../920514-camara-aprova-texto-final-do-no...
BBC Brasil - Entenda a polêmica sobre o novo Código Florestal ...
iberoamerica.net/brasil/prensa-generalista/folha.com.../noticia.html?...
Entenda os principais pontos polêmicos do novo Código Florestal ...
noticias.uol.com.br/.../entenda-os-principais-pontos-polemicos-do-no...
Código Florestal Brasileiro: Folha de São Paulo sustenta mentira ...
www.codigoflorestal.com/.../folha-de-sao-paulo-sustenta-mentira.htm...
www.wwf.org.br/
www.mundosustentavel.com.br/
www.ambientebrasil.com.br/
www.wwf.org.br/codigoflorestal/
Entenda os problemas da alteração do Código Florestal.
G1 - Entenda a polêmica que envolve o novo Código Florestal ...
g1.globo.com/.../entenda-polemica-que-envolve-o-novo-codigo-flor...
Entenda a polêmica sobre o novo Código Florestal - geral - geral ...
www.estadao.com.br/.../geral,entenda-a-polemica-sobre-o-novo-codi...
Entenda a polêmica sobre o novo Código Florestal - Folha - UOL
www1.folha.uol.com.br/.../920452-entenda-a-polemica-sobre-o-nov...
Câmara aprova texto final do novo Código Florestal - Folha - UOL
www1.folha.uol.com.br/.../920514-camara-aprova-texto-final-do-no...
BBC Brasil - Entenda a polêmica sobre o novo Código Florestal ...
iberoamerica.net/brasil/prensa-generalista/folha.com.../noticia.html?...
Entenda os principais pontos polêmicos do novo Código Florestal ...
noticias.uol.com.br/.../entenda-os-principais-pontos-polemicos-do-no...
Código Florestal Brasileiro: Folha de São Paulo sustenta mentira ...
www.codigoflorestal.com/.../folha-de-sao-paulo-sustenta-mentira.htm...
Assinar:
Postagens (Atom)